A noite vinha como acído e sem deslumbre. E não tinha forma nem som...
em possiveis cousas não havia nada, nada a se ver, nada a se querer...
querer??? ser e apenas, as vezes nem mesmo sobreviver.
numa outra (noite) não se esperava mas era dia de parir!
parir sem saber que estava grá¡vida!
e o desejo, nasceu! viva, ele nasceu!
a noite festiva, apenas entorpecida pra ela
nao tinha idéia que se tornaria prazer
mas pariu, pariu desejos e arrepios...
entre toques e excitações estavam eles
ela ofegava de desejos, ofegava de suspresa, ofegava de medo
não sabia e sabia que tudo o que queria era ir mais além
ele, mãos que buscavam... o desejo dela
magnetismo incontrolável
nasceu o desejo.... nasceu um pensar
sexo? apenas sexo?
ainda nao sabiam
outra noite, silêncio...
desejos escondidos
outras noites....
prazer e paixão....
tesão e amor...
mistura explosiva! e ela continua parindo
todos os dias, cada momento
corpos se procuram... cheiros e tudo
as vezes são um e não querem ser mais que isso
agora ela pari e se entrorpece de tanto prazer
ela deseja parir mais desejos
e nao se previne, que venha mais...
e ele é um furacão que a fecunda de desejos
que fecundou mais
que fecundou...
sábado, 3 de março de 2007
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